segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Metro de Lisboa - Sempre em Greve I

O conflito que opõe os trabalhadores e a administração do Metropolitano de Lisboa não tem fim à vista. Segundo um comunicado da FECTRANS, a reunião agendada para 13-01-2014 foi cancelada.

Este impasse interessa a todos:
- a empresa não tem despesas de operação, nomeadamente energia eléctrica e salários;
- os trabalhadores não recebem pela empresa, mas o seu sindicato compensa-os, não perdendo assim um único cêntimo nos dias de greve.

... excepto aos clientes que vão continuar a ser prejudicados com as greves, tendo como única alternativa os autocarros da Carris, manifestamente insuficientes para transportar todos os trabalhadores e estudantes que dependem do transporte público para chegar a horas aos seus destinos.

Perante este impasse, é de esperar que as greves parciais passem a totais (24 horas) e que os dias de greve se mantenham ao ritmo de, pelo menos, um por semana.

Próximas paralizações:
16-01-2014 - greve das 05:30 às 09:30 - fonte FECTRANS Diário Digital ML  
23-01-2014 - greve das 05:30 às 09:30 - fonte FECTRANS RR SIC DD
27-01-2014 - plenário de trabalhadores na estação Saldanha - fonte FECTRANS 

(actualização) Comunicado sobre o plenário de dia 27-01 - FECTRANS

02-02-2014 (dia de luta do sector ferroviário - data a confirmar)

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa (ML) estão em luta contra o governo e a administração da empresa. No entanto, a forma de luta encontrada - greve - só afecta os clientes diários deste meio de transporte, que por teimosia ou por não terem outra alternativa, insistem em viajar no ML. Segundo números da empresa, são transportadas por dia cerca de 500.000 pessoas (5% da população nacional).

É óbvio que a greve faz parte da agenda política da CGTP, tendo o sector empresarial do estado um manancial quase inesgotável para esta forma de luta.

No entanto, no ML existem algumas particularidades que fazem com que a greve seja tão banalizada. Com a rede fechada, não se sabe muito bem qual a adesão à greve. Hipoteticamente, podem estar de greve os funcionários cujo sindicato lhes paga o dia de greve. Neste caso, nada perdem .... ninguém perde, excepto o cliente.

Sendo assim, é óbvio que as greves interessam aos funcionários do ML .... sempre são umas horas/dias sem nada fazer, isto é, sem clientes para transportar.


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Actualização:
O Movimento dos Utentes do Metropolitano de Lisboa exigiu hoje transportes alternativos gratuitos nos dias de greve no metro, afirmando que é "uma grande injustiça" ter de pagar outro transporte.
"Os únicos que são prejudicados com as greves são os passageiros. A empresa paga menos salários, tem menos desgaste com a manutenção e gasta menos energia", afirmou Aristides Teixeira.  O porta-voz frisou ainda que o metro foi a transportadora que "mais paralisou em 2013 e promete em 2014 bater esse recorde".

No ano passado, os trabalhadores do metro fizeram quatro greves de 24 horas e sete paralisações parciais contra o Orçamento do Estado e a concessão da empresa  a privados.  Desde a semana passada que os trabalhadores têm em curso uma jornada de luta que passa por uma greve parcial por semana, por tempo indeterminado. Essa jornada de luta foi iniciada no dia 9. Na quinta-feira realiza-se nova greve parcial e já está marcada outra para dia 23.
 

fonte: SIC

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Lojistas. Greves no metro de Lisboa prejudicam negócio nas estações

No ano passado, os trabalhadores do metro fizeram quatro greves de 24 horas e sete parciais contra o Orçamento do Estado e a concessão da empresa a privados
A um dia de nova greve parcial dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, os lojistas que trabalham dentro das estações do metro dizem-se “muito prejudicados” com as paralisações e apontam perdas que chegam a 500 euros por dia.

É o caso da tabacaria onde trabalha o indiano Anand Ramgi, na estação do Marquês de Pombal, cujo período de maior faturação é entre as 07:00 e as 10:00: o mesmo para o qual são convocadas as greves parciais.
“Perdemos muito nos dias de greve. Perdemos entre 400 a 500 euros”, disse Anand Ramgi à agência Lusa.

Já pelas contas de Sandra Nuno, proprietária de seis lojas distribuídas pelas estações do Campo Grande, Jardim Zoológico e Marquês de Pombal, a perda na faturação nos dias de greve parcial situa-se entre os 30% e os 40%.
“Somos muito prejudicados. As lojas abrem às 08:00, mas quando há greves parciais não podemos abrir antes de o metro começar a funcionar. O nosso forte são a manhã, hora de almoço e fim da tarde. Perdemos a manhã”, lamentou, acrescentando que piores são, ainda, as greves de 24 horas, que classificou como “catastróficas” para o negócio.
Ana Grosso, funcionária de uma loja de roupa na estação do Jardim Zoológico disse à Lusa que, mesmo quando as greves são parciais, há menos clientes todo o dia porque “optam pelo transporte próprio ou por autocarros e já não vêm ao metro”.

“Os trabalhadores do metro estão no seu direito, mas prejudicam quem compra o passe e quem trabalha nas estações”, afirmou.
Para Marisa Araújo, que trabalha numa loja de roupa e sapatos na estação do Colégio Militar, a concessão do metro a privados pode ser a solução: “Nunca mais privatizam o metro. Se [os funcionários do metro] trabalhassem no privado, davam valor ao que têm”, desabafou.
As funcionárias do único café daquela estação, Paula Pouseiro e Selma Cardoso, disseram à Lusa que fazem por dia cerca de 300 euros e, em dias de greve, “não chega nem a 100”.

“Ainda vão acabar com o negócio", disseram. 

fonte: iOnline


domingo, 12 de janeiro de 2014

Ramal da Lousã - população manifesta-se em Lisboa




"Mais de setecentas pessoas concentraram-se em frente à Residência Oficial do primeiro- ministro. Saíram da Lousã, Miranda do Corvo, Coimbra e Góis para exigirem a conclusão das obras do Metro do Mondego - Ramal da Lousã Uma comissão de autarcas e o responsável pelo Movimento Cívico... foram recebidos pelo Chefe de Gabinete de Pedro Passos Coelho. Com este protesto recordam ao Governo a importância da obra, as promessas feitas e os milhões já gastos num projeto parado há vários anos."
in RTP:

O Ramal da Lousã, também conhecido como Linha de Arganil, foi um troço ferroviário de bitola ibérica, que ligava Coimbra a Serpins, com uma extensão de 36,9 quilómetros, passando por Ceira, Miranda do Corvo, e Lousã.
No dia 4 de Janeiro de 2010 foi encerrado o tráfego ferroviário, passando o serviço a ser assegurado por autocarros.
As obras para reconversão em metro ligeiro estão paradas, não existindo qualquer previsão para a sua conclusão.

Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.
Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.

sábado, 11 de janeiro de 2014

O comboio do Benfica-Porto

De uma forma mais ou menos regular, as casas do Benfica têm organizado comboios especiais para transporte de adeptos à Catedral da Luz. Dizem os entendidos que o sucesso destas iniciativas tem sido enorme.

Para amanhã (12-01-2014) estão previstas duas circulações especiais na Linha do Norte:





Além do comboio entre Braga e Lisboa, haverá também um desdobramento entre Estarreja e a estação de Benfica.

O Sport Lisboa e Benfica é sem dúvida alguma um grande clube, com milhões de adeptos espalhados pelos quatro cantos do mundo. Dar preferência ao transporte ferrovoário é obviamente uma excelente escolha. Oxalá os outros clubes de futebol fizessem o mesmo....

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Direitos de Imagem

A propósito de uma conversa cruzada no livrinho das caras .... pode ou não publicar-se uma fotografia onde apareça alguém que está a desempenhar a sua função profissional, sem o consentimento dessa pessoa?
Exemplos: motorista a conduzir um autocarro; manobrador da REFER a dar entrada de um comboio numa estação.

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Artigo 26º 
(Outros direitos pessoais)
1. A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à protecção legal contra quaisquer forma de discriminação.

CÓDIGO CIVIL 

Artigo 79º 
(Direito à imagem)
1. O retrato de uma pessoa não pode ser exposto, reproduzido ou lançado no comércio sem o consentimento dela; depois da morte da pessoa retratada, a autorização compete às pessoas designadas no nº 2 do artigo 71º, segundo a ordem nele indicada. 
2. Não é necessário o consentimento da pessoa retratada quando assim o justifiquem a sua notoriedade, o cargo que desempenham, exigências de polícia ou de justiça, finalidades científicas ou culturais, ou quando a reprodução da imagem vier enquadrada na de lugares públicos, ou na de factos de interesse público ou que hajam decorrido publicamente. 
3. O retrato não pode, porém, ser reproduzido, exposto ou lançado no comércio, se o facto resultar prejuízo para a honra, reputação ou simples decoro da pessoa retratada.

CÓDIGO PENAL 
Artigo 192º 
(Devassa da vida privada)
1. Quem, sem consentimento e com intenção de devassar a vida privada das pessoas, designadamente a intimidade da vida familiar e sexual: 
a) Interceptar, gravar, registar, utilizar, transmitir ou divulgar conversa ou comunicação telefónica; 
b) Captar, fotografar, filmar, registar ou divulgar imagem das pessoas ou de objectos ou espaços íntimos; 
c) Observar ou escutar às ocultas pessoas que se encontrem em lugar privado, ou 
d) Divulgar factos relacionados à vida privada ou a doença grave de outra pessoa; 
É punido com pena de prisão até 1 ano ou com pena de multa até 240 dias. 
2. O facto previsto na alínea d) do número anterior não é punível quando for praticado como meio adequado para realizar um interesse público legítimo e relevante.
Artigo 193º 
(Devassa por meio de informática)
1. Quem criar, mantiver ou utilizar um ficheiro automatizado de dados individualmente identificáveis e referentes a convicções politicas, religiosas ou filosóficas, à filiação partidária ou sindical, à vida privada, ou a origem étnica, é punido com a pena até 2 anos de prisão ou com pena de multa até 240 dias. 
2. A tentativa é punível.
Artigo199º 
(Gravações e fotografias ilícitas)
1. Quem, sem consentimento: 
a) gravar palavras proferidas por outra pessoa e não destinadas ao público, mesmo que lhe sejam dirigidas; ou 
b) utilizar ou permitir que se utilizem as gravações referidas na alínea anterior, mesmo que licitamente produzidas; 
é punido com pena de prisão até 1 ano com pena de multa até 240 dias. 

2. Na mesma pena incorre quem, contra vontade: 
a) fotografar ou filmar outra pessoa, mesmo em eventos em que tenha legitimamente participado; ou 
b) utilizar ou permitir que se utilizem fotografias ou filme referidos na alínea anterior, mesmo que licitamente obtidos. 
3. É correspondentemente aplicável ao disposto nos artigos 197º e 198º.

LEI DE IMPRENSA 

Capítulo VI 
Formas de responsabilidade
Artigo 29º 
(Responsabilidade civil)
1. Na determinação das formas de efectivação da responsabilidade civil emerge de factos cometidos por meio da imprensa observam-se os princípios gerais. 
2. No caso de escrito ou imagem numa publicação periódica com conhecimento e sem oposição do director ou seu substituto legal, as empresas jornalísticas são solidariamente responsáveis com o autor pelos danos que tiverem causado.
Artigo 31º 
(Autoria e comparticipação)
1. Sem prejuízo no disposto na lei penal, a autoria dos crimes cometidos através da imprensa cabe a quem tiver criado o texto ou a imagem cuja publicação constitua ofensa dos bens jurídicos protegidos pelas disposições incriminadoras. 
2. Nos casos de publicação não consentida, é autor do crime quem a tiver promovido. 
3. O director, o director-adjunto, o sub-director ou quem concretamente os substitua, assim como o editor, no caso de publicações não periódicas, que não se oponha, através da acção adequada, à comissão de crime através da imprensa, podendo fazê-lo, é punido com as penas cominadas nos correspondentes tipos legais, reduzidas de um terço dos seus limites. 
4. Tratando-se de declarações identificadas, só estas podem ser responsabilizadas, a menos que o seu teor constitua instigação à prática de um crime. 
5. O regime previsto no número anterior aplica-se igualmente em relação aos artigos de opinião, desde que o seu autor esteja devidamente identificado. 
6. São isentos de responsabilidade criminal todos aqueles que, no exercício da sua profissão, tiverem intenção meramente técnica, subordinada ou rotineira no processo de elaboração ou difusão da publicação contendo o escrito ou imagem controvertidos.

in cpav

sábado, 4 de janeiro de 2014

Metro de Lisboa - passeio nas ML7 (04/01/2014)

O Metropolitano de Lisboa (ML) organizou, no âmbito das comemorações do 54º aniversário, um passeio aberto ao publico, nas carruagens nºs 1 e 2 (série ML7). Estas carruagens foram recuperadas e decoradas de acordo com o seu esquema original, mantendo assim o aspecto do primeiro dia de circulação (29 de Dezembro de 1959).

As imagens que se seguem, ilustram alguns dos aspectos deste passeio, que teve início/fim na estação de Alvalade (Linha Verde), com passagem pelo terminal técnico do Cais do Sodré.
















Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.
Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Metro de Lisboa - Sempre em Greve

 

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa (ML) estão em luta contra o governo e a administração da empresa. No entanto, a forma de luta encontrada - greve - só afecta os clientes diários deste meio de transporte, que por teimosia ou por não terem outra alternativa, insistem em viajar no ML. Segundo números da empresa, são transportadas por dia cerca de 500.000 pessoas (5% da população nacional).

É obvio que a greve faz parte da agenda política da CGTP, tendo o sector empresarial do estado um manancial quase inesgotável para esta forma de luta.

No entanto, no ML existem algumas particularidades que fazem com que a greve seja tão banalizada. Com a rede fechada, não se sabe muito bem qual a adesão à greve. Hipoteticamente, podem estar todos ao serviço .... sem nada fazer (a rede é sempre encerrada). Hipoteticamente, podem estar de greve os funcionários cujo sindicato lhes paga o dia de greve. Neste caso, nada perdem .... ninguém perde, excepto o cliente.

Sendo assim, é obvio que as greves interessam aos funcionários do ML .... sempre são umas horas/dias sem nada fazer, isto é, sem clientes para transportar.

Fica a refleão e ficam também aqui as datas das próximas greves.


02-01-2014 - greve das 05:30 às 09:30 - fonte: FECTRANS
07-01-2014 - greve das 05:30 às 10:00 - fonte FECTRANS
09-01-2014 - greve das 05:30 às 09:30 - fonte FECTRANS Diário Digital ML 

16-01-2014 - greve das 05:30 às 09:30 - fonte FECTRANS Diário Digital ML
23-01-2014 - greve das 05:30 às 09:30 - fonte FECTRANS 
30-01-2014 (data a confirmar)

Em 2013, os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa (ML) ofereceram aos seus passageiros os seguintes "presentes":

(lista em actualização)
20-03-2013 - greve das 06:00 às 10:30 (como foram decretados serviços mínimos, a greve foi desconvocada)
30-05-2013 - greve de 24 horas (sem serviços mínimos)
27-06-2103 - greve de 24 horas (sem serviços mínimos)
08-10-2013 - greve de 24 horas (sem serviços mínimos)
15-10-2013 - greve de 24 horas (como foram decretados serviços mínimos, a greve foi desconvocada)
31-10-2013 - greve de 24 horas (sem serviços mínimos)
19-11-2013 - greve das 05:30 às 09:30
21-11-2013 - greve das 05:30 às 09:30
28-11-2013 - greve das 05:30 às 09:30
19-12-2013 - greve das 05:30 às 09:30
Esta forma de luta é utilizada pelos funcionários do ML de forma a maximizar o impacto sobre os passageiros. Prejudicar 5% da população nacional numa luta que não afecta o governo ou a administração é assim a formula encontrada por sindicalistas e demais funcionários do ML para atingir os seus objectivos.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Linha do Minho 1971

comentário do autor: "Comentário do ficheiro: Country: PORTUGAL; Operator: CP; Item: Steam [STEA]; Class or Maker: CP/291; Wheel Arrangement or Type: 4-6-0; Number: 296
Place details: VIANA DO CASTELO Stn pass train in platform; Additional notes: 17:23 Porto to Viana; Original source material: Agfa 35mm slide; Photographer: Graham T.V. Stacey
Copyright: Photographer"

 comentário do autor: "Country: PORTUGAL; Operator: CP; Item: Steam [STEA]
Class or Maker: CP/0181; Wheel Arrangement or Type: 2-8-4T; Number: 0187
Place details: VIANA DO CASTELO Station; Additional notes: 17:45 Moncao to Porto
Original source material: Agfa 35mm slide
Photographer: Graham T.V. Stacey
Copyright: Photographer"


A propósito destas imagens, encontradas por acaso na grande rede ....há 40 anos o vapor ainda dominava as Linhas do Douro e Minho. O material circulante para passageiros era, como se pode ver, obsoleto e desadequado. A viagem entre Porto e Viana demorava 2 horas ....hoje, com material circulante moderno, a viagem entre estas duas cidades demora bastante menos. A linha tem potencial, conforme demonstrado pelo sucesso do comboio directo Porto-Vigo, ou dos reforços sazonais por alturas das festas de verão.

Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.
Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Comboio Presidencial (VII)

Depois de alguns ensaios e outros tantos passeios, o comboio presidencial realizou hoje (12-12-2013) a viajem inaugural entre Lisboa (estação de Santa Apolónia) e Entroncamento. 



fonte: MNF



Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.
Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Linha de Cascais - grevistas invadem subestação e provocam corte de energia (27-01-1983)

A propósito de uma fotografia encontrada num blog vizinho ....
in http://comboiosdalinhadecascais.blogspot.pt/

Consta que um grupo de trabalhadores, descontentes com o rumo dos acontecimentos, resolveu invadir, de forma pacífica, a subestação de Paço de Arcos.

(recortes do jornal Correio da Manhã, encontrados na grande rede)

Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.
Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.






quinta-feira, 21 de novembro de 2013

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Metro de Lisboa - Obras na estação de Areeiro (a conclusão da primeira fase)


Hoje, finalmente abriu o átrio sul, ficando assim concluída a 1ª fase da obra. Falta agora, o refrescamento do átrio norte, que apresentava já alguns sinais de degradação.







Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.
Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Linha de Sintra - o fenómeno

Paulo Sousa @ facebook



in Jornal Público: 18-11-2013 (Carlos Cipriano)

"A geografia ferroviária da rede suburbana de Lisboa muda a partir desta segunda-feira com comboios de dois pisos a atravessarem o túnel do Rossio para assegurarem a ligação a Sintra e automotoras de cor amarela (habitualmente afectas aos regionais para Tomar) a fazerem a linha Azambuja – Santa Apolónia.

A CP justifica esta mudança por falta de material circulante, mas garante que os horários serão os mesmos, não havendo alterações significativas na oferta.

O PÚBLICO apurou que na origem desta escassez de material estão problemas anormais identificados nos rodados dos comboios que compõem a frota da linha de Sintra (séries 2300 e 2400) e que têm levado à sua crescente imobilização em oficina. A compra de novos rodados não é um acto de gestão imediato, devendo estes ser encomendados no mercado internacional com vários meses de antecedência.

A empresa tem detectado um desgaste exagerado nas rodas daquele material circulante (ver PÚBLICO de 21/10/2013) que deveriam poder assegurar 800 mil quilómetros sem ter que ir à revisão, mas que acusam problemas logo aos 100 mil quilómetros, o que obriga à sua desmontagem para serem reperfiladas num torno.

Esta operação e a dificuldade em encomendar novos rodados levou a que parte da frota se encontre agora imobilizada, optando a CP por recorrer a material circulante diferente para poder manter a oferta.

Não é, contudo, pacífico que não venha a haver a partir de hoje perturbações no funcionamento da CP Lisboa. Os comboios de dois pisos obrigam a um maior tempo de paragem nas estações para os passageiros poderem subir e descer, o que tem particular relevância na linha de Sintra, onde a procura é maior.

Por outro lado, na linha da Azambuja é dado como garantido que os passageiros viajarão a partir de hoje como sardinha em lata durante as horas de ponta porque as automotoras de serviço regional para ali destinadas têm uma capacidade inferior à das UQE (Unidades Quádruplas Eléctricas) de dois pisos que dali foram retiradas para irem para Sintra.

A CP prevê que esta situação seja “temporária” e esteja resolvida em quatro semanas.

As origens das deficiências nas rodas das automotoras 2300 e 2400 é que constituem um mistério. Técnicos da CP não têm dúvidas que o problema está na infra-estrutura pois são visíveis em alguns pontos da linha de Sintra alguns troços com “desgates ondulatórios” nos carris (estes acusam pequenas ondas em vez de serem completamente lisos). Tal situação dever-se-á a uma deficiente manutenção da Refer, que a isso tem sido obrigada devido às políticas de contenção de custos.

A Refer rejeita culpas, até porque o simples facto de a linha de Sintra ser a que tem maior tráfego em toda a rede ferroviária nacional é motivo suficiente para nela haver cuidados dobrados na manutenção. De resto, é uma linha que foi modernizada há poucos anos, havendo até um troço (Monte Abraão – Cacém), cuja quadriplicação foi inaugurada há apenas um ano.

Nesta perspectiva, o problema dos rodados seria uma especificidade do material circulante (CP) e não da infra-estrutura (Refer).

O PÚBLICO apurou que foi criado um grupo de trabalho formado por técnicos das duas empresas com o objectivo de encontrar explicações para este fenómeno
."


Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.  
Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.
Nota 3: o título deste post (Linha de Sintra - o fenómeno) é da minha autoria.

sábado, 16 de novembro de 2013

Comboios urbanos de Lisboa - falta de material circulante




Fontes geralmente mal informadas confidenciaram-me que a CP Lisboa não tem verba disponível para garantir a manutenção do material circulante das linhas de Sintra e Azambuja.
Este cenário não é novo, mas assume contornos escandalosos numa altura em que o transporte público devia ser capaz de cativar novos clientes, melhorando e diversificando a oferta.
Sendo assim, a partir da próxima 2ª feira, teremos UTE's da série 2240 a realizar comboios urbanos entre Castanheira do Ribatejo e Lisboa Santa Apolónia, UQE's da série 3500 entre Sintra e Rossio e UQE's 2300/2400 nos restantes serviços.
No eixo Sintra-Rossio, isto significa uma redução de oferta, visto que a capacidade de uma unidade 3500 é inferior à de duas unidades da série 2300/2400. No eixo Azambuja-Alcântara o cenário é idêntico, pois as 3500 são substituídas pelas 2300/2400. Pior ficam os passageiros do eixo Castanheira-Santa Apolónia, onde a oferta de lugares é drasticamente reduzida.

Para comparação, ficam aqui os valores sobre a capacidade máxima de cada tipo de material circulante.

UTE 2240: 264 passageiros
UQE 2300/2400: 650 passageiros
UQE 3500:1260 passageiros (equivalente a 4 UTE's 2240)




Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.  
Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.

sábado, 26 de outubro de 2013

Linha do Norte - Acidente em Albergaria dos Doze (11-03-1992)


"Esta foto é de mais um acidente de comboio ocorrido na nossa terra. Este aconteceu às 6 horas e 55 minutos do dia 11 de Março de 1992. Certamente devido a uma falha humana, dois comboios colidiram a poucos metros da Estação de Albergaria dos Doze.
O comboio que vinha de Caxarias, portanto que se deslocava no sentido sul - norte, acabara de recomeçar a viagem depois de parar na estação para entrarem e saírem passageiros. Segundo testemunhas, o recomeço da marcha fez-se com o sinal ainda vermelho. Assim, poucos metros mais à frente chocou com o comboio que vinha no sentido contrário, norte - sul, no preciso momento em que ele iniciava a mudança de linha (para a linha 3, a linha de desvio ou de resguardo). Passados 2 minutos chegaram ao local os bombeiros da 5ª secção (como sabem, o quartel fica próximo), 15 minutos depois já estavam a transportar feridos para o hospital de Pombal, aliás, o primeiro ferido entrou no hospital 20 minutos após o acidente.
Ao local da tragédia foram chegando bombeiros de outras corporações. Ao todo actuaram 112 bombeiros, com 35 ambulâncias e 12 viaturas de apoio.
Em suma, 3 mortos e 31 feridos, alguns destes Albergarienses. A foto é do comboio que vinha no sentido norte - sul.
"

fonte: facebook



Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.  
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Descarrilamento no Poceirão - "Comboio do Amoniaco" (24-Out-2013)

Segundo informações publicadas na imprensa on-line, descarrilou na estação do Poceirão (Linha do Alentejo) um vagão da composição de transporte de amoniaco. As imagens que se seguem, da autoria da CMTV, ilustram esta ocorrência. 



imagens CMTV



Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião. Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.




segunda-feira, 14 de outubro de 2013

PTG 2013 - Porto-Tua e Porto-Viana


comentário do autor: "ESPECIAL 13811 - Porto Campanhã / Tua - CP REGIONAL"


comentário do autor: "1424 avariou em Aregos..."

comentário do autor: "Thunderbirds are go!"



comentário do autor: "ESPECIAL 13811 - Porto Campanhã / Tua - CP REGIONAL"

 comentário do autor: "ESPECIAL 13811 - Porto Campanhã / Tua - CP REGIONAL"

 comentário do autor: "ESPECIAL 13812 - Tua / Porto Campanhã - CP REGIONAL"

  comentário do autor: "ESPECIAL 13812 - Tua / Porto Campanhã - CP REGIONAL"

 comentário do autor: "passeio do PTG"




(em actualização)