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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

CCFL - Os eléctricos 25/26

Os eléctricos Nº 25 / 26 - Estrela - G. Freire

Criada em 1904, esta tornou-se a maior carreira de circulação de Lisboa, ligando a Baixa da cidade à Estrela.
Percurso (carreira 25):
Rossio, Rua do Ouro, Praça do Comércio, Rua do Arsenal, Praça do Município, Largo do Corpo Santo, Rua de S. Paulo, Rua da Boavista, Largo do Conde Barão, Largo Vitorino Damásio, Largo de Santos, Calçada de Santos-o-Velho (depois Ribeiro Santos), Rua S. João da Mata, Rua Garcia da Orta, Rua de S. Domingos à Lapa, Rua de Buenos Aires, Rua dos Navegantes, Largo da Estrela, Rua Domingos Sequeira, Rua Ferreira Borges, Rua de Campo de Ourique, Rua Silva Carvalho, Rua das Amoreiras, Largo do Rato, Rua Alexandre Herculano, Avenida da Liberdade, Praça dos Restauradores, Largo D. João da Câmara, Rossio.
A carreira 26 fazia o percurso oposto.


Rua do Conde de Redondo - Rua Gomes Freire


Rua Gomes Freire

Com o fim das linhas de eléctricos na Av. da Liberdade e Praça dos Restauradores, em 1960, sofreu algumas alterações. Foi quebrada a circulação anterior, criando-se duas carreiras em vaivém:
- A nº 25: Praça da Figueira - Gomes Freire (via Praça do Comércio, Santos, Estrela, Rato, Conde Redondo);
- e a nº 26: Praça do Comércio - Estrela (via Praça da Figueira, Martim Moniz, Gomes Freire, Conde Redondo, Rato)
Este esquema durou até 1962, altura em que se fixou a carreira de circulação que ficou conhecida por "Estrela-G. Freire".

Em 1991, em consequência de uma reestruturação do Largo Martim Moniz, a circulação foi extinta, passando a existir apenas uma carreira nº 25. Nesta altura foi suprimido o serviço de eléctricos entre o Martim Moniz, a R. de S. Lázaro, o Campo dos Mártires da Pátria e a Rua Gomes Freire.
Em sua substituição, foi criada uma "nova" carreira 25, que circulou entre o Largo do Corpo Santo e a Rua Gomes Freire (via Conde Barão, Santos, Lapa, Estrela, Campo de Ourique, Amoreiras, Rato, R. Alexandre Herculano e Rua Conde de Redondo).
Em 1994 foram retirados os eléctricos das Ruas Alexandre Herculano, Conde de Redondo e Gomes Freire, levando à extinção da carreira 20, ao desvio da Carreira 24 para o Cais do Sodré e da carreira 25 para o Largo do Carmo (via Rato e Príncipe Real).
Em 1995, foi extinto "provisoriamente" (até hoje...) o serviço de eléctricos no eixo Cais do Sodré - Rato - Amoreiras - Campolide, e em definitivo o eixo Amoreiras - Campo de Ourique. Em consequência, a carreira 25 foi desviada para a Parada dos Prazeres, onde passou a partilhar o terminal com a carreira 28.
Por fim, em 1996, verificou-se o prolongamento até à Rua da Alfândega, que vigora até à data.

CCFL - O eléctrico 24

A carreira de eléctricos nº 24 foi inaugurada em 1907, circulando entre o Largo do Carmo e Campolide.
Em 1942, foi prolongada à Av. Almirante Reis (Praça do Chile). Em 1974, em consequência da fusão com a carreira 21, foi prolongada até à Rua da Alfândega, tendo mantido este percurso até 1991.
Em 1991, foi encurtada ao Alto de S. João, inaugurando-se uma nova carreira - a nº 23 - entre a Praça do Chile e a Rua da Alfândega. Em 1994, o seu percurso foi desviado do Largo do Carmo para o Cais do Sodré, tendo sido suprimida "provisoriamente" em 1995.

Este era o percurso da carreira: Largo do Carmo, Rua Nova da Trindade, Largo Trindade Coelho, Rua de S. Pedro de Alcântara, Rua D. Pedro V, Praça do Príncipe Real, Rua da Escola Politécnica, Largo do Rato, Rua das Amoreiras*, Rua de Campolide* (a partir de 1968, o percurso passou a ser: Rua das Amoreiras, Av. Conselheiro Fernando de Sousa, Rua Marquês de Fronteira, S.Sebastião, Av. Duque de Ávila, Arco do Cego, Av. Rovisco Pais, Av. Manuel da Maia, R. António Pereira Carrilho, Praça do Chile, Rua Morais Soares, Praça Paiva Couceiro, Alto de S. João, Av. Afonso III, Calçada da Cruz da Pedra, R. Santa Apolónia, R. Bica do Sapato, Estação de Santa Apolónia, R. Jardim do Tabaco, R. Terreiro do Trigo, R. Cais de Santarém, Campo das Cebolas, Rua da Alfândega.


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Acidente com eléctrico da Carris - 26 Setembro 2010

No dia 26 de Setembro de 2010, ao descer da Graça em direcção à Rua das Escolas Gerais o eléctrico 547 da Carris descarrilou e foi embater com grande violência no edíficio que faz esquina com a Calçada de São Vicente. Felizmente não houve qualquer ferido e os danos no carro eléctrico foram mínimos.

As imagens que se seguem, autoria de Malmström Ole Emil, ilustram o estado em que o eléctrico ficou, após o acidente, bem como os trabalhos de "recarrilamento".
























Foi neste mesmo local que o eléctrico 260 descarrilou, num acidente com um balanço bastante trágico.


Nota 1: este blog não representa qualquer organização, empresa ou tendência ferroviária. É apenas e só um espaço de opinião.
Nota 2: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Lisboa: o vandalismo nos eléctricos e elevadores da Carris


O jornal de distribuição gratuita Metro, publicou na sua edição de ontem um artigo sobre o vandalismo nos eléctricos e elevadores da Carris. Bem sei que para algumas pessoas este tipo pintura é considerada de "arte urbana", mas o problema não é propriamente esse. O que se condena é o facto de que quem faz isto, não ser severamente punido. Não o é, porque mesmo que seja apanhado em flagrante delito, o crime é considerado de categoria "menor", não havendo por isso sequer qualquer tipo de pena severa associado.

Por esta altura já o leitor mais atento se perguntou a si próprio, "porque raio não limpam aquilo"? A resposta é simples: "limpam, mas na noite seguinte está outra vez igual".
Idêntico resultado têm as limpezas efectuadas ao material circulante nas linhas ferroviárias suburbanas de Lisboa.
A CP gasta milhares de euros a limpar o que meia dúzia de inergumenos suja em minutos ... e nem as composições do Metropolitano de Lisboa escapam ...

Nos elevadores da Carris, existe ainda um outro problema: o material circulante "dorme" na rua, isto é, não existe qualquer tipo de instalação fechada onde se possa guardar este material.
Lavra, Glória e Bica não dispõem de instalações fechadas e vigiadas. Colocar um policia junto de cada elevador durante a noite teria obviamente custos elevadíssimos.

No entanto, num ponto todos estamos de acordo: alguma coisa tem que ser feita, nem que seja criar legislação que permita à justiça punir de forma severa quem destrói o património de todos nós.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Lisboa: O eléctrico 18



comentário do autor: "Lisboa 703 a 1935 standard car on Rua de Dom Vasco at Boa Hora on service 18 on 25 October 1975."

No passado dia 03 de Março, a Carris introduziu algumas alterações (cortes, supressões e encurtamentos) na sua rede. Entre estas alterações, destaca-se o encurtamento ao Cais do Sodré do eléctrico 18.
Esta carreira ligava a Rua da Alfândega à Ajuda com passagem por Santos, Calvário e Boa Hora e tinha circulações espaçadas de cerca de 20 minutos (horário de 2010).


Com os cortes e ajustes, a carreira perde regularidade e consequentemente passageiros. Compreendo que a Carris queira direccionar recursos para as carreiras de maior procura turística, como o E12 ou o E28, mas não pode esquecer os outros passageiros, obrigando-os a fazer transbordos e a demorar mais tempo nas suas deslocações.

Este é o novo horário, sem distinção de verão/inverno ou dia útil de período escolar e não escolar.


As imagens seguintes ilustram o o percurso desta emblemática carreira de eléctricos.

comentário do autor: "Lisboa 568 Corpo Santo 1976
Lisboa 568 on service 18 to Ajuda at Largo do Corpo Santo on 18 September 1976. This was the original 568 of 1929, built by Carris on a Maley & Taunton 4-wheel truck.
"


comentário do autor: "Cemitério da Ajuda
The environment of the terminus of Lisbon tram 18 has changed over the years. This photo dates from 1978
"


comentário do autor: "Lisbon, Cais do Sodre, Route 18.
Um Bongo liveried 4 wheel tram no.708 built 1935 enters Cais do Sodre square with a route 18 service to Ajuda. These trams were originally built for use on the more hilly routes in the east of the city. Note the British Bar to the left and Britanica Tobaconists as well. Taken 04.02.1994."



fonte: http://www.flickr.com/photos/cecferro/6479380739/


fonte: http://www.flickr.com/photos/cecferro/6979019757/


comentário do autor: "2012-01-06 - 563 - Cc Ajuda"

Nota: as fotos que ilustram este artigo estão identificadas com o nome do autor e quando aplicável, com a referência onde foram encontradas.

sábado, 24 de setembro de 2011

O eléctrico 738 (Festa do Avante 2011)

Como já tínhamos referido, o eléctrico 738 (ex-CCFL) esteve em exposição na Festa do Avante 2001, que decorreu no Seixal entre 2 e 4 de Setembro. O blog Santo Amaro publicou uma excelente reportagem sobre o transporte deste eléctrico desde a sua actual morada até ao recinto da festa. Para memória futura, ficam aqui algumas imagens retiradas do artigo original.